Impossível de acontecer no Brasil.
Super Fair Play:
terça-feira, janeiro 30, 2007
domingo, janeiro 28, 2007
Notícias de uma guerra particular
O ano passado está sendo considerado o mais violento para a liberdade de imprensa em décadas. Há tempos não eram assassinados tantos jornalistas. Em 2006, morreram entre 55 e 155 jornalistas, dependendo da fonte consultada.
Os números são dos mais recentes relatórios - lançados em dezembro e janeiro - da Federação Internacional de Jornalistas, dos Repórteres sem Fronteiras e do Comitê de Proteção a Jornalistas. A situação é tão grave que levou a Human Rights Watch a dedicar um capítulo inteiro à liberdade de expressão no seu relatório de 2007.
Os números são dos mais recentes relatórios - lançados em dezembro e janeiro - da Federação Internacional de Jornalistas, dos Repórteres sem Fronteiras e do Comitê de Proteção a Jornalistas. A situação é tão grave que levou a Human Rights Watch a dedicar um capítulo inteiro à liberdade de expressão no seu relatório de 2007.
sábado, janeiro 27, 2007
Coisas que o dinheiro não paga
Essa história foi escrita por Sérgio Caetano e pode ser vista no original aqui #
Abaixo, uma versão editada:
Meu pai, Almir, era um funcionário público, Policial Civil, daqueles que honrava o quadro, o nome da família e a educação de berço, tanto que morreu pobre. Moleques, eu e meu irmão juntávamos o dinheiro da merenda. Tudo porque no telhado da nossa casa não poderia faltar uma bandeira do FLAMENGO. Nos comprávamos um paninho e a "Veínha", Marilena, costurava, colocava uma estrela e lá íamos nós pro telhado, prender num cano torto, ou num bambu, o "SANTO-SUDÁRIO".
Eu dizia: "_O dia que eu tiver minha própria casa, também vai ser assim; Vai ter uma bandeirona do MENGO, tremulando dia e noite, até que esfiape toda, aí eu coloco outra."
Quando compramos nossa casa, eu e milha mulher colocamos nela 3 cachorros.
Os nomes eram:
1- Fla
2- Mengo
3- Campeão (Filho do Mengo)
Eu soltava os crioulinhos na rua, só pra ter o prazer de chamá-los, com os vizinhos ouvindo:
"_FLA, MENGO, CAMPEÃO !!!"
Na mesma semana da mudança, chamei um serralheiro, que confeccionou um baita de um mastro, onde coloquei uma ENORME bandeira do FLAMENGO, que já foi trocada umas 50 vezes, sei lá, à cada vez que está velha.
Agora, eu pergunto: Isso tem preço???
Peeeeeense.......Um, vizinho, que não seja Flamenguista, vai às Casas Bahia, Ponto Frio, ou à uma loja de materiais de construção, ou qualquer outra, faz uma bela compra. Dá seu endereço pra entrega e, quando começa a dar referências, de como chegar lá, o motorista do caminhão pergunta:
"_É aquela rua, que tem uma Bandeira Enorme do FLAMENGO????...Já sei qual é !!"
Virou referência!
E eu me estouro de rir.
Isso,.....Nem dinheiro paga !!!!
Meu velho avô, Mário Caetano da Silva e Souza, sujeito de caráter ilibado, cultura admirável, de uma educação irrepreensível. Homem que poucas vezes ouvi usar expressões de baixo calão, o popular; "palavrão". Certa vez, vira-se pra mim e diz a seguinte frase;
"Meu neto,.... (pausa) ....você é o neto mais Flamenguista que eu tenho. (Pausa) Até aqui, eu trouxe todos e toda nossa família é de Rubro_Negros...... (pausa mais longa) A partir daqui, eu te passo essa missão: Não deixe que, daqui pra frente, ninguém de nossa família torça pra outro time, que não seja o Mengão. (pausa) Não força a barra não. (longa pausa, e com o olhar fixo nos meus) ......mas, se for preciso, dá umas porradas !!!"
Eu respondi: "_Vô, tenho certeza que isso nunca vai ser preciso." Nesse dia, eu formei a frase que distingue bem o nosso "clã": "NA MINHA FAMÍLIA, QUEM NÃO É FLAMENGO, NÃO NASCE."
Pergunto aos amigos: Isso tem preço?
Como ainda não tenho filhos (falta pouco), já deixei com meu sobrinho e afilhado, (que também é "Mário Caetano") as diretrizes. Eu disse:
"_Mário, se um dia eu não puder mais cumprir a missão deixada pelo velho, é contigo mesmo!!! É sua a braçadeira de "Capitão da Família".
Resposta dele:
"_...xacumigo, Dindo....NA NOSSA FAMÍLIA, QUEM NÃO É FLAMENGO, NÃO NASCE!!!"
Sérgio Caetano 01.26.07 - 6:59 pm #
In: blog Flamengonet
Abaixo, uma versão editada:
Meu pai, Almir, era um funcionário público, Policial Civil, daqueles que honrava o quadro, o nome da família e a educação de berço, tanto que morreu pobre. Moleques, eu e meu irmão juntávamos o dinheiro da merenda. Tudo porque no telhado da nossa casa não poderia faltar uma bandeira do FLAMENGO. Nos comprávamos um paninho e a "Veínha", Marilena, costurava, colocava uma estrela e lá íamos nós pro telhado, prender num cano torto, ou num bambu, o "SANTO-SUDÁRIO".
Eu dizia: "_O dia que eu tiver minha própria casa, também vai ser assim; Vai ter uma bandeirona do MENGO, tremulando dia e noite, até que esfiape toda, aí eu coloco outra."
Quando compramos nossa casa, eu e milha mulher colocamos nela 3 cachorros.
Os nomes eram:
1- Fla
2- Mengo
3- Campeão (Filho do Mengo)
Eu soltava os crioulinhos na rua, só pra ter o prazer de chamá-los, com os vizinhos ouvindo:
"_FLA, MENGO, CAMPEÃO !!!"
Na mesma semana da mudança, chamei um serralheiro, que confeccionou um baita de um mastro, onde coloquei uma ENORME bandeira do FLAMENGO, que já foi trocada umas 50 vezes, sei lá, à cada vez que está velha.
Agora, eu pergunto: Isso tem preço???
Peeeeeense.......Um, vizinho, que não seja Flamenguista, vai às Casas Bahia, Ponto Frio, ou à uma loja de materiais de construção, ou qualquer outra, faz uma bela compra. Dá seu endereço pra entrega e, quando começa a dar referências, de como chegar lá, o motorista do caminhão pergunta:
"_É aquela rua, que tem uma Bandeira Enorme do FLAMENGO????...Já sei qual é !!"
Virou referência!
E eu me estouro de rir.
Isso,.....Nem dinheiro paga !!!!
Meu velho avô, Mário Caetano da Silva e Souza, sujeito de caráter ilibado, cultura admirável, de uma educação irrepreensível. Homem que poucas vezes ouvi usar expressões de baixo calão, o popular; "palavrão". Certa vez, vira-se pra mim e diz a seguinte frase;
"Meu neto,.... (pausa) ....você é o neto mais Flamenguista que eu tenho. (Pausa) Até aqui, eu trouxe todos e toda nossa família é de Rubro_Negros...... (pausa mais longa) A partir daqui, eu te passo essa missão: Não deixe que, daqui pra frente, ninguém de nossa família torça pra outro time, que não seja o Mengão. (pausa) Não força a barra não. (longa pausa, e com o olhar fixo nos meus) ......mas, se for preciso, dá umas porradas !!!"
Eu respondi: "_Vô, tenho certeza que isso nunca vai ser preciso." Nesse dia, eu formei a frase que distingue bem o nosso "clã": "NA MINHA FAMÍLIA, QUEM NÃO É FLAMENGO, NÃO NASCE."
Pergunto aos amigos: Isso tem preço?
Como ainda não tenho filhos (falta pouco), já deixei com meu sobrinho e afilhado, (que também é "Mário Caetano") as diretrizes. Eu disse:
"_Mário, se um dia eu não puder mais cumprir a missão deixada pelo velho, é contigo mesmo!!! É sua a braçadeira de "Capitão da Família".
Resposta dele:
"_...xacumigo, Dindo....NA NOSSA FAMÍLIA, QUEM NÃO É FLAMENGO, NÃO NASCE!!!"
Sérgio Caetano 01.26.07 - 6:59 pm #
In: blog Flamengonet
segunda-feira, janeiro 08, 2007
Imprensa 2007
O glorioso Bloco Carnavalesco Imprensa Que Eu Gamo convida os jornalistas/compositores a inscreverem seus sambas para o desfile de 2007 e convida a imprensa nacional para as festas de escolha de samba e para o desfile:
ESCOLHA DE SAMBA DO IMPRENSA QUE EU GAMO:
SEMI-FINAL - DIA 23 DE JANEIRO
FINAL - DIA 30 DE JANEIRO
LOCAL - CABARÉ KALESA
HORARIO: A PARTIR DE 20H
inscrições podem ser feitas ate o dia 22 de janeiro, pelo email ramiro.alves@gmail.com
TODOS OS CONCORRENTES DEVEM LEVAR A LETRA DO SAMBA IMPRESSA EM NO MINIMO 10 COPIAS PARA O JURI E BATERIA
DESFILE DO IMPRENSA
03 DE FEVEREIRO
CONCENTRAÇÃO A PARTIR DE 14H - SAIDA DO BLOCO AS 16H
LOCAL - MERCADINHO SAO JOSE
ESCOLHA DE SAMBA DO IMPRENSA QUE EU GAMO:
SEMI-FINAL - DIA 23 DE JANEIRO
FINAL - DIA 30 DE JANEIRO
LOCAL - CABARÉ KALESA
HORARIO: A PARTIR DE 20H
inscrições podem ser feitas ate o dia 22 de janeiro, pelo email ramiro.alves@gmail.com
TODOS OS CONCORRENTES DEVEM LEVAR A LETRA DO SAMBA IMPRESSA EM NO MINIMO 10 COPIAS PARA O JURI E BATERIA
DESFILE DO IMPRENSA
03 DE FEVEREIRO
CONCENTRAÇÃO A PARTIR DE 14H - SAIDA DO BLOCO AS 16H
LOCAL - MERCADINHO SAO JOSE
sábado, dezembro 30, 2006
Ano Velho
O ano de 2006 termina com o recrudescimento da violência na cidade carioca.
Meio bolados, esperamos um feliz 2007.
Meio bolados, esperamos um feliz 2007.
segunda-feira, dezembro 04, 2006
Assinada ou anônima
Katherine Funke, repórter de A Tarde (Salvador), lançou a questão:
Um repórter que tem mãos uma denúncia tão séria que, se publicada, coloca o profissional em risco de vida, deve assinar a matéria? Ele pode recorrer a um pseudônimo? Ele pode não assinar? Enfim, como publicar sem correr risco de vida?
Jorge Antonio Barros, do Globo, respondeu:
A meu ver, essa é uma questão muito delicada. Mas de qualquer forma deixar de assinar a matéria não é a medida mais importante a ser tomada nesse tipo de caso.
A grosso modo, sem saber detalhes, diria que a assinatura muitas vezes é a principal garantia de vida do repórter, dependendo obviamente do grupo, pessoa ou organização que será atingido pela matéria.
Se há chances de processo judicial, significa menor risco contra a vida do autor.
Se o alvo ou alvos da reportagem em questão integram ou têm suporte de grupos clandestinos (criminosos ou esquema de inteligência ligado a forças policiais ou militares), deve-se tomar cuidado com a publicação de nomes dos implicados. O caso pode ser denunciado e não se publicar nomes. Seria a melhor opção. Nesses casos, os potenciais agressores não se sentem motivados a agir, já que seus nomes não foram publicados.
Outro dado importante é o nível de envolvimento do repórter com os alvos da reportagem. Se não há qualquer vínculo entre eles ou entre os alvos e qualquer pessoa ligada ao repórter, é melhor mesmo que se assine a matéria. De preferência com mais duas pessoas. É mais difícil ameaçar ou matar três do que um só.
Acho que o repórter deve ter a opção de assinar ou não a matéria. Mas antes de assiná-la, o jornal deve se preparar para dar todo apoio que o repórter necessitar, prevendo até mesmo que ele saia de circulação por um tempo.
As normas de segurança devem compreender o seguinte:
1) Procurar apoio imediato do Ministério Público Federal para acionar a polícia, informando potenciais agressores ou suspeitos tão logo a matéria seja publicada;
2) Ações de contra-inteligência: orientar toda a redação, o departamento pessoal de empresa e telefonistas para não fornecerem informações privadas sobre os jornalistas. Muitas vezes num simples telefonema falso de uma administradora de cartão de crédito, os criminosos conseguem dados sigilosos e/ou informações privadas sobre os funcionários do jornal.
3) Instalação de bina e secretária eletrônica na residência dos repórteres que assinarem a matéria; pedir ajuda à tecnologia para rastrear e-mails suspeitos; e manter essas informações sob o mais rigoroso sigilo.
4) Produção de dossiê com as principais fontes, documentos e todos os detalhes que o repórter tiver, com distribuição de cópias para mais de três pessoas, uma delas no exterior. Essa informação pode ser de alguma forma disseminada por meio da matéria para desmotivar qualquer represálias dos alvos da investigação.
5) Denúncia antecipada a entidades de classe nacionais e internacionais para reagirem ao menor sinal de ameaças ou retaliação.
6) Se as pressões forem grandes prever uma retirada estratégica do repórter e a inclusão de novos repórteres na cobertura para confundir os potenciais agressores.
7) Se houver ameaça grave, o repórter ou repórteres devem circular em carros blindados com escolta discreta em outro veículo, de empresa privada de segurança ou mesmo policial (com a supervisão do Ministério Público);
8) Planejamento de estratégia jurídica para enfrentar o caso.
9) Sobre mais normas de segurança, consulte o jornalista Eduardo Márques, dirigente da Federação Internacional de Jornalistas na Colômbia, que pode ser localizado por meio do link http://www.ifj.org/default.asp?ndex=2076&Language=ES
Um repórter que tem mãos uma denúncia tão séria que, se publicada, coloca o profissional em risco de vida, deve assinar a matéria? Ele pode recorrer a um pseudônimo? Ele pode não assinar? Enfim, como publicar sem correr risco de vida?
Jorge Antonio Barros, do Globo, respondeu:
A meu ver, essa é uma questão muito delicada. Mas de qualquer forma deixar de assinar a matéria não é a medida mais importante a ser tomada nesse tipo de caso.
A grosso modo, sem saber detalhes, diria que a assinatura muitas vezes é a principal garantia de vida do repórter, dependendo obviamente do grupo, pessoa ou organização que será atingido pela matéria.
Se há chances de processo judicial, significa menor risco contra a vida do autor.
Se o alvo ou alvos da reportagem em questão integram ou têm suporte de grupos clandestinos (criminosos ou esquema de inteligência ligado a forças policiais ou militares), deve-se tomar cuidado com a publicação de nomes dos implicados. O caso pode ser denunciado e não se publicar nomes. Seria a melhor opção. Nesses casos, os potenciais agressores não se sentem motivados a agir, já que seus nomes não foram publicados.
Outro dado importante é o nível de envolvimento do repórter com os alvos da reportagem. Se não há qualquer vínculo entre eles ou entre os alvos e qualquer pessoa ligada ao repórter, é melhor mesmo que se assine a matéria. De preferência com mais duas pessoas. É mais difícil ameaçar ou matar três do que um só.
Acho que o repórter deve ter a opção de assinar ou não a matéria. Mas antes de assiná-la, o jornal deve se preparar para dar todo apoio que o repórter necessitar, prevendo até mesmo que ele saia de circulação por um tempo.
As normas de segurança devem compreender o seguinte:
1) Procurar apoio imediato do Ministério Público Federal para acionar a polícia, informando potenciais agressores ou suspeitos tão logo a matéria seja publicada;
2) Ações de contra-inteligência: orientar toda a redação, o departamento pessoal de empresa e telefonistas para não fornecerem informações privadas sobre os jornalistas. Muitas vezes num simples telefonema falso de uma administradora de cartão de crédito, os criminosos conseguem dados sigilosos e/ou informações privadas sobre os funcionários do jornal.
3) Instalação de bina e secretária eletrônica na residência dos repórteres que assinarem a matéria; pedir ajuda à tecnologia para rastrear e-mails suspeitos; e manter essas informações sob o mais rigoroso sigilo.
4) Produção de dossiê com as principais fontes, documentos e todos os detalhes que o repórter tiver, com distribuição de cópias para mais de três pessoas, uma delas no exterior. Essa informação pode ser de alguma forma disseminada por meio da matéria para desmotivar qualquer represálias dos alvos da investigação.
5) Denúncia antecipada a entidades de classe nacionais e internacionais para reagirem ao menor sinal de ameaças ou retaliação.
6) Se as pressões forem grandes prever uma retirada estratégica do repórter e a inclusão de novos repórteres na cobertura para confundir os potenciais agressores.
7) Se houver ameaça grave, o repórter ou repórteres devem circular em carros blindados com escolta discreta em outro veículo, de empresa privada de segurança ou mesmo policial (com a supervisão do Ministério Público);
8) Planejamento de estratégia jurídica para enfrentar o caso.
9) Sobre mais normas de segurança, consulte o jornalista Eduardo Márques, dirigente da Federação Internacional de Jornalistas na Colômbia, que pode ser localizado por meio do link http://www.ifj.org/default.asp?ndex=2076&Language=ES
segunda-feira, novembro 27, 2006
Um cirurgião no Rio
O diário do cirurgião capixaba JÓRIO DE BARROS, que se divide entre o Hospital Federal do Andaraí e o hospital da Polícia Militar do Rio de Janeiro, é um retrato da nossa falta de infra-estrutura. Vinte e sete anos de idade e quatro de residência, salário de 3 mil reais, e rachando o aluguel de 1,6 mil com os irmãos, já operou mais de duzentos pacientes. Ele mora na Tijuca, namora uma pediatra. A seguir, suas anotações de um mês de rotina.
http://www.revistapiaui.com.br/2006/nov/diario.htm
http://www.revistapiaui.com.br/2006/nov/diario.htm
sábado, novembro 25, 2006
Maricotinha
Andar de moto é ter a música Maricotinha, de Dorival Caymmi, o tempo todo na cabeça.
Se fizer bom tempo amanhã
Eu vou
Mas se por exemplo chover
Não vou
Diga a Maricotinha que eu
Mandei dizer que eu
Não tô
Não tô... não vou
Se fizer bom tempo amanhã
Eu vou
Mas se por exemplo chover
Não vou
Uma chuvinha, redinha, cotinha
Aí... piorou
Nem tô... nem vou
Se fizer bom tempo...
Se fizer bom tempo amanhã
Eu vou
Mas se por exemplo chover
Não vou
Diga a Maricotinha que eu
Mandei dizer que eu
Não tô
Não tô... não vou
Se fizer bom tempo amanhã
Eu vou
Mas se por exemplo chover
Não vou
Uma chuvinha, redinha, cotinha
Aí... piorou
Nem tô... nem vou
Se fizer bom tempo...
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