quinta-feira, julho 19, 2007

Daniel

A tristeza tomou conta de São Januário quando chegou a notícia de que o repórter do JS, Daniel Santos, de 32 anos, havia morrido de um infarto fulminante na madrugada de quarta-feira. Perplexos, todos os jornalistas que são setoristas do clube tentavam entender a perda do colega.

Durante o treinamento do time, todos tiveram que fazer um grande esforço para não perder a concentração. Não é difícil entender o porquê. Daniel era um colega querido e tinha amigos em vários veículos de imprensa.

Por todos os cantos de São Januário não faltaram palavras de carinho e consolo para a família e os colegas da redação do JS. Na Rádio Brasil, o programa de ontem foi dedicado ao jornalista. Na Rádio Bandeirantes, onde o repórter do Jornal dos Sports também tinha muitos amigos, mais homenagens.

O Vasco, por intermédio de seu superintendente de futebol, Paulo Angioni, reiterou as condolências à família do repórter: “O momento é de tristeza, mas nos resta rezar para que sua alma seja bem recebida no céu.”

O repórter da Rádio Tupi, Marco Antônio Vasconcelos, não se conteve com a morte do companheiro.

“Temos que acreditar que o Daniel vai ficar bem. Ele era um cara que ninguém tinha nada para falar. Amigo de todo mundo, bom profissional. Perdemos um grande companheiro”, disse.

http://jsports.uol.com.br/portal/processa.php?modulo=montasecao&secao=4&materia=42106&pg=1

sexta-feira, março 02, 2007

Body Count

quinta-feira, fevereiro 22, 2007

O resultado do acesso

1ª - São Clemente (239,7 pontos) - campeã
2ª - Caprichosos (239,4 pontos)
3ª - Santa Cruz (239,1 pontos)
4ª - União da Ilha (238, 8 pontos)
5ª - Império da Tijuca (238, 8 pontos)
6ª - Renascer de Jacarepaguá (237, 4 pontos)
7ª - Cubango (237,1 pontos)
8ª - Rocinha (237 pontos)
9ª - Tradição (236,5 pontos) - rebaixada
10ª - Arranco (234,8) - rebaixada

As cinco primeiras a desfilar no grupo de acesso

A Acadêmicos da Rocinha, que ano passado fazia parte do Grupo Especial, foi a primeira escola a desfilar pelo Grupo de Acesso A na noite de anteontem no Sambódromo. Considerada uma das favoritas ao título, a Rocinha teve dificuldades em desenvolver o seu enredo "Gigante no mundo dos pequenos". Apenas 38 baianas conseguiram chegar à tempo na Marques de Sapucaí e, por isto, a agremiação deverá perder meio ponto na apuração, já que o mínimo exigido para esta ala é de 60 componentes. Integrantes da escola disseram que o trânsito fechado por causa do carnaval foi um dos motivos pelos inúmeros atrasos. A uma hora para o início do desfile ainda faltavam chegar muitos componentes na concentração. O primeiro carro alegórico passou com algumas luzes apagadas e o quarto teve problemas para entrar na avenida. A escola ainda enfrentou problemas na dispersão e teve que acelerar seu andamento no final do desfile para cruzar a avenida dentro do limite do tempo do regulamento.

- Não sei o que aconteceu. Nós estávamos com 20 baianas a mais do que o necessário - disse o presidente da escola, Maurício Mattos.

Rainha da bateria da Rocinha no ano passado, Adriane Galisteu desfilou como madrinha da ala infantil. Carismática, ela atraiu a atenção do público durante todo o percurso e, na dispersão, foi carinhosamente cercada pelas crianças.

- Tenho uma relação muito forte com a Rocinha, sou muito amiga do Maurício Mattos, não poderia deixar de desfilar. Espero que a escola esteja no grupo especial no ano que vem e, como sou rainha da bateria da Unidos da Tijuca, desfilarei como integrante da diretoria. Foi muito especial estar à frente das crianças. Quase não sambei para dar atenção a elas.

Fábia Borges, que estreou à frente da bateria da Rocinha, evitou comparações com Galisteu:

- Não vim substituir ninguém, apenas ocupo o meu lugar.

No início do desfile, um casal sobre pernas-de-pau evoluía como mestre-sala e porta-bandeira com uma bandeira dos Jogos Pan-Americanos de 2007 ganhou aplausos do público, que cantou o samba da escola. O enredo mostrou a história de garotos prodígios. A última alegoria representava o menino Jesus.

Depois do luxo da Acadêmicos da Rocinha, foi a vez da escola Arranco, do Engenho de Dentro, trazer seu carnaval de poucos recursos. O orçamento para este ano era de R$ 360 mil, segundo o presidente da escola, Marcos Antonio Mota da Veiga. A apresentação do enredo "A sinfonia brasileira das quatros estações" foi marcada pela criatividade e por soluções como a cola caseira, feita com farinha de trigo e água. O carnaval de baixo custo, sem prejuízo na alegria, foi mencionado já no esquenta, quando a música de Tim Maia "Não quero dinheiro" foi cantada. Nem tudo na escola, no entanto, era artesanal. Os diretores de harmonia dispunham de dois mastros, com uma luz vermelha e outra verde, que orientavam o andamento dos componentes.

A terceira escola a desfilar foi a União da Ilha, com o enredo "Ripa na Tulipa, Ilha!", apresentado com grandes alegorias e cores fortes. A escola também é apontada como uma das candidatas ao título, assim como a Rocinha, e foi obrigada a desfilar com apenas dois terços da comissão de frente, que representava a alquimia da cerveja, já que as fantasias de cinco integrantes não chegaram a tempo. Responsável pela coreografia, Lalá Souza, com muito emoção, contou que as fantasias que não chegaram eram as maiores da comissão de frente e tinham grande importância cênica. O diretor de carnaval João Estevão, no entanto, acredita que a escola não perderá pontos no quesito já que o número mínimo de integrantes foi cumprido.

- Os artistas que desfilaram se superaram e conseguiram comunicar com clareza o significado da comissão de frente - disse Estevão.

A escola também teve problemas de harmonia. Logo depois da segunda cabine de apuração, um enorme buraco se formou entre as alas, podendo prejudicar a pontuação da escola. A primeira porta-bandeira, Priscila Rosa, reclamou de sua fantasia e teve que ser ajudada diversas vezes durante seu desfile. A bandeira também não encaixava na fantasia.

- A fantasia estava inacabada. Tive que fazer consertos na roupa a poucas horas do desfile. Foi um desrespeito ao meu trabalho. A escola não pôde pagar a fantasia e teve que contar com doação. Isto poderá prejudicar nossa minha pontuação, apesar de ensaiarmos tanto e sermos profissionais. Recebi uma proposta para ir par ao Salgueiro para ganhar mais e preferi continuar na Ilha.

Apesar dos problemas do desfile, a União da Ilha agradou e empolgou a platéia, sobretudo as arquibancadas próximas `a dispersão, que cantaram com a escola e entoaram "é campeã" no final do desfile.

Em seguida, foi a vez da Renascer de Jacarepaguá desfilar pela Sapucaí. A comissão de frente tinha a fantasia de jacarés, uma referência ao nome do bairro. Os componentes rastejavam por baixo do carro abre-alas, numa coreografia de Alice Arja. Quatro bailarinos, no entanto, não resistiram ao forte calor e precisaram de atendimento dos bombeiros.

- Fui perdendo os integrantes da comissão de frente durante o desfile e estava muito preocupada com o estado de saúde deles. Apesar desse problema, a idéia funcionou bem na avenida e pude perceber uma reação muito boa do público.

Segundo a Secretaria municipal de Saúde, os bailarinos tiveram hipertermia e sentiram falta de ar, entre eles, Alexandre de Oliveira, de 16 anos.

- Não sei o que aconteceu. Fizemos vários ensaios na quadra, com a fantasia e o carro-alegórico em movimento - contou Alexandre.

A bateria foi outro destaque da escola, cujo enredo foi "Jacarepaguá – Fábrica de Sonhos". A fantasia fazia uma referência ao artista Arthur Bispo do Rosário e alegorias lembravam celas da Colônia Juliano Moreira.
A escola atraiu famosos, como o promoter David Brasil e marcou a estréia na avenida do ator Rafael Almeida que interpreta o personagem Luciano em "Páginas da Vida" e de Raquel Nunes, rainha da bateria, que quase não desfilou por causa do atraso do carro que a buscou.

- Nunca tinha pisado no Sambódromo e estou adorando esta experiência - disse Rafael.


A São Clemente desenvolveu seu carnaval em torno das minorias, com o enredo "Barrados no Baile" dos carnavalescos Edward e Fábio Santos. Eles optaram em trazer muitas alas maquiadas e a escola de Botafogo cometeu poucos erros. O primeiro casal de mestre-sala e porta-bandeira, Marcelo e Daniele, teve a segurança de ser apresentado por Selminha Sorriso, porta-bandeira da Beija-Flor, evoluiu bem.

A escola de Botafogo manteve sua tradicional irreverência ao levar para a avenida um carro alegórico inspirado no filme "Priscilla, a rainha do deserto". O jogador Roger, do Corinthians, desfilou no chão, junto com o carro de som. O ex-BBB Iran foi um dos destaques e disse que um dos autores do samba é seu amigo de infância.

- A São Clemente tem que voltar para o lugar que é dela, o grupo especial. Esta é uma escola de trabalho, onde a diretoria afina os instrumentos e cola as fantasias - disse Iran.

No final do desfile, o presidente, Renato Almeida Gomes elogiou a garra dos componentes, mas descartou favoritismo.

O prefeito Cesar Maia esteve na Sapucaí, desceu à pista para cumprimentar os foliões e durante o desfile da União da Ilha, cantou o samba com os puxadores da escola. Cauê, o mascote do Pan, também marcou presença na avenida e sambou com Renato Lourenço, o gari Sorriso.

terça-feira, janeiro 30, 2007

Dá para imaginar isto num Flamengo e Vasco?

Impossível de acontecer no Brasil.

Super Fair Play:

domingo, janeiro 28, 2007

sábado, janeiro 27, 2007

Coisas que o dinheiro não paga

Essa história foi escrita por Sérgio Caetano e pode ser vista no original aqui #

Abaixo, uma versão editada:

Meu pai, Almir, era um funcionário público, Policial Civil, daqueles que honrava o quadro, o nome da família e a educação de berço, tanto que morreu pobre. Moleques, eu e meu irmão juntávamos o dinheiro da merenda. Tudo porque no telhado da nossa casa não poderia faltar uma bandeira do FLAMENGO. Nos comprávamos um paninho e a "Veínha", Marilena, costurava, colocava uma estrela e lá íamos nós pro telhado, prender num cano torto, ou num bambu, o "SANTO-SUDÁRIO".

Eu dizia: "_O dia que eu tiver minha própria casa, também vai ser assim; Vai ter uma bandeirona do MENGO, tremulando dia e noite, até que esfiape toda, aí eu coloco outra."
Quando compramos nossa casa, eu e milha mulher colocamos nela 3 cachorros.

Os nomes eram:
1- Fla
2- Mengo
3- Campeão (Filho do Mengo)

Eu soltava os crioulinhos na rua, só pra ter o prazer de chamá-los, com os vizinhos ouvindo:
"_FLA, MENGO, CAMPEÃO !!!"

Na mesma semana da mudança, chamei um serralheiro, que confeccionou um baita de um mastro, onde coloquei uma ENORME bandeira do FLAMENGO, que já foi trocada umas 50 vezes, sei lá, à cada vez que está velha.

Agora, eu pergunto: Isso tem preço???

Peeeeeense.......Um, vizinho, que não seja Flamenguista, vai às Casas Bahia, Ponto Frio, ou à uma loja de materiais de construção, ou qualquer outra, faz uma bela compra. Dá seu endereço pra entrega e, quando começa a dar referências, de como chegar lá, o motorista do caminhão pergunta:

"_É aquela rua, que tem uma Bandeira Enorme do FLAMENGO????...Já sei qual é !!"
Virou referência!

E eu me estouro de rir.

Isso,.....Nem dinheiro paga !!!!

Meu velho avô, Mário Caetano da Silva e Souza, sujeito de caráter ilibado, cultura admirável, de uma educação irrepreensível. Homem que poucas vezes ouvi usar expressões de baixo calão, o popular; "palavrão". Certa vez, vira-se pra mim e diz a seguinte frase;
"Meu neto,.... (pausa) ....você é o neto mais Flamenguista que eu tenho. (Pausa) Até aqui, eu trouxe todos e toda nossa família é de Rubro_Negros...... (pausa mais longa) A partir daqui, eu te passo essa missão: Não deixe que, daqui pra frente, ninguém de nossa família torça pra outro time, que não seja o Mengão. (pausa) Não força a barra não. (longa pausa, e com o olhar fixo nos meus) ......mas, se for preciso, dá umas porradas !!!"

Eu respondi: "_Vô, tenho certeza que isso nunca vai ser preciso." Nesse dia, eu formei a frase que distingue bem o nosso "clã": "NA MINHA FAMÍLIA, QUEM NÃO É FLAMENGO, NÃO NASCE."

Pergunto aos amigos: Isso tem preço?

Como ainda não tenho filhos (falta pouco), já deixei com meu sobrinho e afilhado, (que também é "Mário Caetano") as diretrizes. Eu disse:

"_Mário, se um dia eu não puder mais cumprir a missão deixada pelo velho, é contigo mesmo!!! É sua a braçadeira de "Capitão da Família".

Resposta dele:

"_...xacumigo, Dindo....NA NOSSA FAMÍLIA, QUEM NÃO É FLAMENGO, NÃO NASCE!!!"

Sérgio Caetano 01.26.07 - 6:59 pm #
In: blog Flamengonet

segunda-feira, janeiro 08, 2007

Imprensa 2007

O glorioso Bloco Carnavalesco Imprensa Que Eu Gamo convida os jornalistas/compositores a inscreverem seus sambas para o desfile de 2007 e convida a imprensa nacional para as festas de escolha de samba e para o desfile:


ESCOLHA DE SAMBA DO IMPRENSA QUE EU GAMO:
SEMI-FINAL - DIA 23 DE JANEIRO
FINAL - DIA 30 DE JANEIRO
LOCAL - CABARÉ KALESA
HORARIO: A PARTIR DE 20H

inscrições podem ser feitas ate o dia 22 de janeiro, pelo email ramiro.alves@gmail.com

TODOS OS CONCORRENTES DEVEM LEVAR A LETRA DO SAMBA IMPRESSA EM NO MINIMO 10 COPIAS PARA O JURI E BATERIA

DESFILE DO IMPRENSA
03 DE FEVEREIRO
CONCENTRAÇÃO A PARTIR DE 14H - SAIDA DO BLOCO AS 16H
LOCAL - MERCADINHO SAO JOSE

Perin se despede do jornalismo